Em entrevista exclusiva ao jornalista e vereador Eduardo Moura, o governador Romeu Zema detalhou os motivos por trás do reajuste de quase 300% no próprio salário e de secretariado, classificando a medida como uma “normalização” administrativa necessária.
Zema enfatiza que, desde o início da gestão, ele doa integralmente o salário para instituições de caridade, com foco especial nas APAEs (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais). Para ele, o valor nominal do salário não impacta sua vida financeira pessoal, mas a estrutura salarial do estado estava defasada devido a “populismos” de gestões anteriores. Segundo o governador, os salários estavam congelados há 20 anos, o que dificultava a contratação de profissionais qualificados para cargos estratégicos. Ele exemplifica que o Secretário de Educação de Minas Gerais, responsável por mais de 200 mil funcionários, recebia menos que um secretário de uma cidade pequena.
Além disso, o governador critica a “hipocrisia” de gestões passadas que mantinham salários baixos “na vitrine”, enquanto os servidores recebiam rendas extras por meio de cargos em conselhos e outras gratificações não transparentes. Ao realizar o reajuste, Zema afirma que buscou trazer transparência e permitir que o estado possa contar com um quadro técnico de excelência, essencial para a boa gestão pública.
Confira um trecho da entrevista no Instagram do Vereador https://www.instagram.com/reel/DT-IpxSlKZ5/?utm_source=ig_web_copy_link&igsh=MzRlODBiNWFlZA==
Fonte : Redação ERM
Foto: Reprodução Redes Sociais
